quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Notas II - Pela Noite Adentro



Assim como a noite tem o poder de modificar a minha psique, meu conhecimento é como os galhos que perfuram a escuridão da ignorância. A luz da lua alimenta meus sentimentos, que vão fluindo de acordo com as fases que morrem com o passar do tempo. São tempos onde a terra é escura, própria para semear, então nossa obrigação é escolher bem as sementes. É o tempo de aprender, de  silenciar a língua que cospe o veneno mortal da projeção dos nosso erros, e sim poder enxergar através do véu que foi colocado diante dos nossos olhos. Sim, conseguir fechar os olhos e enxergar alem do físico, onde só a sua mente, que é ilimitada, poderia te levar, deixando pra trás toda a densidade da matéria e da ignorância. Temos que aprender a ouvir a natureza que se cala em sua própria essência outra vez. De uma vez por todas libertar o que temos de melhor dentro de nós, e expor sem medo de sermos taxados de loucos, ou melhor, por fim, conformar com sua loucura para poder admirar a do próximo.
Sim, cada dia tem sido como uma dura lição em meu coração, para que eu aprenda finalmente a ser o que sou de melhor, e que possa intensificar meus sentimentos e com isso amplificar a minha capacidade mental.

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